Parece que não acredito no que os olhos das pessoas me dizem.
As palavras saiam ao contrário, como se tudo estivesse longe.
Sorrisos que não passam de gritos a fugir á verdade!
A criarem planos para ser tudo perfeito com um conhecimento de interesse.
Nestes sentidos as pessoas podem ser vulneráveis.
Se um dia caires ninguém te ajudará a levantar, mas puderam ser uteis se lhes interessares.
O dia está estragado.
Nesse dia é como se estivessem a por rosas vermelhas na tua campa.
É o teu mundo ser destruido sem perdão!
segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Outono boreal
Caminhavamos juntos de mão dada no parque frente ao rio, num dia que se previa tornar frio, Imaginava!
Os passaros eram a melodia que se propagava no vazio, pensava ouvir!
"Vazio" que estava cheio de pessoas que sentiam tudo o que iria se passar naquela hora iria mudar, fechava os olhos e sonhava!
O céu estava nublado e pingas iam caindo sobre nós, pintava!
As folhas das arvores iam caindo, estalando quando aterrassem no chão, diria!
Todos sentiam-se vivos por estarem a assistir á chegada do Outono, a tal época fria, a epoca do "vermelho", do "castanho" e do "amarelo", passava com um pincel!
Nesta tela pintada por mim que no fundo tinha a minha assinatura, tinha de ter um titulo mas qual seria?
Já sei o mesmo deste texto!
Os passaros eram a melodia que se propagava no vazio, pensava ouvir!
"Vazio" que estava cheio de pessoas que sentiam tudo o que iria se passar naquela hora iria mudar, fechava os olhos e sonhava!
O céu estava nublado e pingas iam caindo sobre nós, pintava!
As folhas das arvores iam caindo, estalando quando aterrassem no chão, diria!
Todos sentiam-se vivos por estarem a assistir á chegada do Outono, a tal época fria, a epoca do "vermelho", do "castanho" e do "amarelo", passava com um pincel!
Nesta tela pintada por mim que no fundo tinha a minha assinatura, tinha de ter um titulo mas qual seria?
Já sei o mesmo deste texto!
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Textos
sexta-feira, 11 de março de 2011
O Senhor Dinheiro
Ganhou....Jackpot!
Agora saia ele do casino...
Numa noite em que o frio não era corrente, saia ele.
Uma noite estrelada, por cima dele.
Ele caminhava pela estrada com o sorriso a sair lhe pelo rosto.
O passeio de calçada parecia brilhar por onde ele passava.
Parecia que todos queriam ser uma vez na vida ele. Escultado por 5 seguranças do Casino, ia ele.
"Não quero saber de mais ninguém, sou quem sou, sou um vencedor"- dizia ele
"Um charlatão caminhava pela rua" - gritava um velhote que saia a correr do casino.
O "vencedor" virou-se para ele, sorrio e atirou-lhe com umas notas....
Ele estava no Topo do Mundo, ninguém lhe podia tocar agora.
Agora saia ele do casino...
Numa noite em que o frio não era corrente, saia ele.
Uma noite estrelada, por cima dele.
Ele caminhava pela estrada com o sorriso a sair lhe pelo rosto.
O passeio de calçada parecia brilhar por onde ele passava.
Parecia que todos queriam ser uma vez na vida ele. Escultado por 5 seguranças do Casino, ia ele.
"Não quero saber de mais ninguém, sou quem sou, sou um vencedor"- dizia ele
"Um charlatão caminhava pela rua" - gritava um velhote que saia a correr do casino.
O "vencedor" virou-se para ele, sorrio e atirou-lhe com umas notas....
Ele estava no Topo do Mundo, ninguém lhe podia tocar agora.
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domingo, 6 de março de 2011
Erros....Nunca mais...
Os meus olhos estão fechados desde sempre!
A minha cara está destruçada pelas labaredas que saiam da Lareira. Quem sou eu?
O meu coração já não é o mesmo, já não o posso seguir, não tenho mais sentimentos...
Estou rodeado de sombra, ninguém me pode puxar desta escuridão, a minha esperança acabou!
Já não tenho medo, os meus sentidos estão cada vez mais apurados, não espero nenhuma mudança.
A porta das oportunidades fechou, o meu destino ficou traçado...
O que tenho de fazer para deus me levar com ele, quero ser alguém com asas de um anjo para que possa voar livermente e puder espalhar todas as cores neste vázio, nesta escuridão na qual eu vivo!
A minha cara está destruçada pelas labaredas que saiam da Lareira. Quem sou eu?
O meu coração já não é o mesmo, já não o posso seguir, não tenho mais sentimentos...
Estou rodeado de sombra, ninguém me pode puxar desta escuridão, a minha esperança acabou!
Já não tenho medo, os meus sentidos estão cada vez mais apurados, não espero nenhuma mudança.
A porta das oportunidades fechou, o meu destino ficou traçado...
O que tenho de fazer para deus me levar com ele, quero ser alguém com asas de um anjo para que possa voar livermente e puder espalhar todas as cores neste vázio, nesta escuridão na qual eu vivo!
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terça-feira, 1 de março de 2011
Fugir da própria alma....
Olho para o espelho e vejo uma pessoa.
Essa pessoa é exatamenteigual a mim....
Olho para a alma dela através dos olhos.
Inveja, rancor, ódio, tristeza, tudo em vão.
Mas afinal quem aquele? Serei eu?
No que me tornei eu....
Os meus movementos são copiados através do vidro.
Sou um velho brinquedo com a alma destruçada. Jovem mas com uma alma de velho!
Acordo, não consigo gritar, não consigo correr, não consigo fugir!
Estou a tentar fugir de mim mesmo?
A pessoa igual a mim continua ali especada a olhar para mim através do vidro?
Mas quem sou eu?
O que Sou?
E o mais importante no que me tornei?
Essa pessoa é exatamenteigual a mim....
Olho para a alma dela através dos olhos.
Inveja, rancor, ódio, tristeza, tudo em vão.
Mas afinal quem aquele? Serei eu?
No que me tornei eu....
Os meus movementos são copiados através do vidro.
Sou um velho brinquedo com a alma destruçada. Jovem mas com uma alma de velho!
Acordo, não consigo gritar, não consigo correr, não consigo fugir!
Estou a tentar fugir de mim mesmo?
A pessoa igual a mim continua ali especada a olhar para mim através do vidro?
Mas quem sou eu?
O que Sou?
E o mais importante no que me tornei?
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O homem no banquinho á beira do rio
A noite ia caindo e eu ali sentado no banco a acabar de ler o meu jornal comprado de manhã, mas sem tempo para o ler pensei em então perder 20 minutos da minha vida em le-lo.
Os candeeiros das ruas acendiam-se e os seus relfexos cresciam nos tons azuis escurecidos do rio.
Rio esse que era tão limpo que até se vi as pedras contidas, os peixes passeadores que sempre viveram no rio.
Os bares que ficavam nas minhas costa abriam as portas para mais uma noite de loucura e diversão.
As pessoas eram menos, cada vez que fechava os olhos uma pessoa desaparecia da rua.
As paginas do jornal eram viradas pela brisa que pairava sobre aquela zona.
Naquela altura passa uma criança que me chama de "O homem no banquinho á beira do rio!"
Sorri para ele e voltei a por as minhas pupilas sobre as letras do papel.
Os candeeiros das ruas acendiam-se e os seus relfexos cresciam nos tons azuis escurecidos do rio.
Rio esse que era tão limpo que até se vi as pedras contidas, os peixes passeadores que sempre viveram no rio.
Os bares que ficavam nas minhas costa abriam as portas para mais uma noite de loucura e diversão.
As pessoas eram menos, cada vez que fechava os olhos uma pessoa desaparecia da rua.
As paginas do jornal eram viradas pela brisa que pairava sobre aquela zona.
Naquela altura passa uma criança que me chama de "O homem no banquinho á beira do rio!"
Sorri para ele e voltei a por as minhas pupilas sobre as letras do papel.
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