terça-feira, 1 de março de 2011

O homem no banquinho á beira do rio

A noite ia caindo e eu ali sentado no banco a acabar de ler o meu jornal comprado de manhã, mas sem tempo para o ler pensei em então perder 20 minutos da minha vida em le-lo.
Os candeeiros das ruas acendiam-se e os seus relfexos cresciam nos tons azuis escurecidos do rio.
Rio esse que era tão limpo que até se vi as pedras contidas, os peixes passeadores que sempre viveram no rio.
Os bares que ficavam nas minhas costa abriam as portas para mais uma noite de loucura e diversão.
As pessoas eram menos, cada vez que fechava os olhos uma pessoa desaparecia da rua.
As paginas do jornal eram viradas pela brisa que pairava sobre aquela zona.
Naquela altura passa uma criança que me chama de "O homem no banquinho á beira do rio!"
Sorri para ele e voltei a por as minhas pupilas sobre as letras do papel.